Globo da Morte - Bolos na porta do metrô

 Eu fui funcionária de Eli*** na English technique em 2003.

Ele tinha um estúdio de pinturas na Vila Clementino e sabia muito sobre minha vida conturbada na adolescência.

Em 2014 precisei representar um B.O. na Delegacia. Compareci a uma delegacia. A Delegada pediu que eu retornasse no dia seguinte, pois disse que faltavam 15 minutos para fecharem a delegacia, e não conseguiria que nenhum PM me acompanhasse no corpo de delito.

Muito chateada, comentei com Eli***. Ele deu um suspiro de alívio e disse que muitas mulheres iam para o corpo de delito no Hospital Pa****** e voltavam com um pé enfaixado e uma muleta. Diziam a elas que "agora tinham como provar agressão do marido". A Delegacia parecia estar investigando se havia envolvimento da AA****, que fica na mesma região, ou não. Também queriam saber de quem era a iniciativa para vendas de bolos na frente do metrô de manhã cedo: por parte do Hospital ou alguma outra organização (as pessoas envolvidas na produção e venda eram familiares da mulher agredida)

Eli*** iniciou sua própria investigação, escreveu e trocou informações com pessoas da região da Vila Clementino, onde morava, próximo à Delegacia onde se passou o ocorrido.

Descobriu algumas informações e decidiu voltar para a política. Havia sido vereador no passado, mas agora que seu RNE havia expirado (ele é árabe), e conseguiu uma licença de cidadania permanente no Brasil, resolveu abraçar a causa que o impulsionava ao ato com o nome de B****.

Ma*** Ma*** também se candidatou. Senti semelhança com a oficial que me recebeu na saída da delegacia.

Dos relatos de vídeos que Eli**** me mostrava, ela dizia coisas do tipo: "vou te dar uma batedeira para você fazer bolos para vender, representando todos os "bolos" que ele te deu, te deixando esperando em casa na hora da pizza, enquanto ele ficava no bar."

Durante o processo, Eli***** e sua esposa A*** inauguraram o projeto da revista "Quem", onde eles localizavam famosos na companhia de alguma pessoa menos conhecida, e rapidamente entrevistavam e publicavam "Quem" eram essas pessoas (a lógica desta Revista era dizer que ninguém está ao lado de uma pessoa famosa por acaso, e às vezes a fama da pessoa ao lado dele pode ser maior que a dele própria (pode estar sob falsidade ideológica). Acho importante mencionar esse fato aqui porque esse projeto ("Quem") explicou como era feita a localização e remoção das falsidades ideológicas das vítimas aleijadas, deixadas sem documento - a "oficial" que oferecia a batedeira na saída, há cerca de 20 metros, falava para a mulher que ela não havia deixado nenhum documento lá, e para voltar ao hospital para pedir de volta. Falava que os bolos eram um projeto do governo e que se ela não comprasse a batedeira imediatamente nas Cas*** Ba**** do Shopping Sa**** C**** (que pertencia ao Eli***) ela seria presa.


A mulher reapareceu em minha vida 6 meses depois.

Eu morava na comunidade do Zil**** e ela pediu para entrarem em minha casa no meio da noite e me estuprarem.

Havia caído um valor na conta conjunta que eu tinha com meu marido (estávamos separados). Ele recebeu a notificação de que era o pró-labore de um concurso que prestei. 

Ela o abordou, na padaria, ofereceu um café e disse que "ontem a estupramos, amanhã sangramos. Vamos discutir essa mixaria?"

Ela disse que queria montar uma oficina de costura no fundo da casa dele.

O espaço era pequeno, tinha um banheiro sujinho e um pia de lavabo, e ela queria colocar 16 meninas para receberem 500 reais cada para 11 horas de trabalho com 1 de almoço, ou algo do tipo.

Ele ficou com medo e aceitou.

O nome que ela utilizava era "Ana Cláud*** Mato*****". Ela e sua irmã Shei**** tem uma propriedade no Tremembé. Frequenta um grupo anônimo naquele bairro.


Em 2019 aliciou-o, o mergulhou em um lamaçal de cocô no fundo da casa dela e pagou 10 reais para consertar o chuveiro e ele tomar um banho. Nesta agiotagem, ele saía de casa para ir ao mercado ou para trabalhar, e sua identidade era automaticamente modificada. O Beto, dono da Angelu's disse que isso era uma alteração recorrente no TI atualmente, pois empresas como a Ericsson tem uma rede de cobertura responsável pela manifestação da imagem de cada RG por cada área, de acordo com o CPF da pessoa. Quando a vítima era aliciada e agiotada, ela perde o controle e o acesso à sua própria imagem. Meu marido passou por uma fase agressiva e deprimida, mas na última fase tivemos momentos preciosos de muita reconciliação e paz. Não foi necessário fazer B.O. por abuso, como parecia ser a vontade de Ana Cláu***, para desmantelamento do corpo da mulher no Hospital Pau***. Inclusive, acredito que não era a AA*** sua cúmplice, e sim as "casas espíritas" que comercializam com a "Rede Galinh*** Mort***" (a Rede Galinh*** Mort*** encontra as próteses originais de cada vítima, para que a produtividade continue até que haja possibilidade de recuperação integral).


Quando meu marido faleceu em 2020, como vítima destes crimes, abandonei a casa de sua família. Meu RG ficou lá. Fiz dois B.O.s: perda em 2008 e perda em 2020, pois fiquei sabendo que Ana Cláu*** estava frequentando a casa com as suas colegas de sala de costura, e sua irmã Shei***. Fiquei com medo de sofrer represália como vítima do crime de falsidade ideológica, ou algum outro de seus crimes, conforme mencionado aqui. A "oficial" continuou me ameaçando e dizendo que vai me colocar junto dela em alguma cela, para que demonstremos sexualmente que somos ambas inocentes e possamos sair da situação com a cabeça erguida, ou o contrário - para que ela possa justificar seus atos desde épocas passadas, já que não vai me deixar abrir a boca para confrontá-la, pois ela tem vasta experiência em práticas lesbianas - e eu não. Nem estou afim deste globo da morte.


P.S.: se ela continuar oferecendo batedeiras para a família toda, vão achar que ela está por detrás dessa onda de lojas de bolos de fubá, coco, laranja, etc, sem cobertura nem confeito. Não é nem confeitaria, nem sai bolo todo dia. É lavagem de dinheiro? É bolo cenográfico, bolo de cera para decorar a fruteira. Quem diria, quem diria......


POR FAVOR FAMÍLIA, VOCÊS NÃO SABEM O QUE SE PASSOU, QUAL FORAM MEUS PROBLEMAS. NÃO QUERO VOCÊS NAVEGANDO EM MEU BLOG, OK? SINTO VERGONHA DE VOCÊS, ESSA GENTE LINDA E DE BEM COM A VIDA. EU NÃO TENHO NADA DE BOM PARA OFERECER, POR FAVOR NÃO FIQUEM OLHANDO AQUI, ESSAS SÃO MINHAS FERIDAS. ESSAS SÃO COISAS MINHAS E DOS MEUS AMIGOS DE INVESTIGAÇÃO, PESQUISA E FACUL, COISAS PESSOAIS, NÃO QUERO EXPÔR AOS MEUS FAMILIARES. CUIDEM DE SEUS INTERESSES E DEIXEM-ME COM OS MEUS....


Tem uma tal de L*** plagiando alguns de meus textos. Será que ela é algum dos elementos neste artigo.....?


Em 2004, morre o Brizola. Ele não tinha cara de político do Partido Verde, nem de simpatizante do Gabeira. Por que será que tinha nome de Brisa? 



Vida dura! Limpa mais um dia, em busca da serenidade,


Thaís Fernanda Ortiz de Moraes

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